LER DÁ- TE ASAS!

Ler dá-nos asas, leva-nos para outros lugares, outros tempos ...
Por isso encontramos tantas ilustrações desta associação.
Vou começar esta pequena coleção de imagens sobre este tema ...
Tem também relação com o nome do meu PLE.



Outro Guião de Leitura em Scribd

Guião de Leitura da Menina do Mar

Um Guião de Leitura de um Conto - Utilização do Slideshare

Guião de Leitura do Conto O Rouxinol e o Imperador

Mais uma experiência ... Slideshare..
Primeiro tentei fazer o upload de um power point mas como tive dificuldade em carregar, optei por um guião de leitura em texto  que se pode utilizar na aula de Língua Portuguesa.

Uma pequena experiência com o Gloster-Edu

http://isapre.edu.glogster.com/direitos-das-crianas/

Web 2.0 in the Classroom

Web 2.0 in the Classroom

A Escola na Sociedade de Informação

Continuando a reflexão sobre o tema Web 2.0  e o papel da escola  penso que a mudança do paradigma da escola na sociedade de informação depende em grande parte dos professores, e da sua formação.O professor passa a ter o papel de orientador e gestor da auto-aprendizagem dos alunos. 
A Biblioteca 2.0 como foi denominada por Michael Casey " Library 2.0" exige igualmente uma forma nova de pensar a Biblioteca Escolar se tivermos em conta as suas quatro caraterísticas ;centrada no utilizador, oferecendo experiências multimédia, socialmente interativa e inovadora no serviço à escola. As limitações à sua concretização são variadas. Começo por referir as limitações do próprio professor Bibliotecário na utilização da Internet e das versatilidades  da WEB 2.0 para propiciar aos alunos as competências necessárias à sua efetiva utilização.
Há necessidade de formação na utilização da Web 2.0 para todos os docentes.Quando os professores utilizarem as TIC com naturalidade e o professor Bibliotecário for dinamizador de comunidades de aprendizagem haverá  possibilidade de tornar a Biblioteca 2.0 uma realidade! 

Pay Attention

Pay Attention

Como aprendem os Alunos?

Vivemos na Sociedade de Informação que é caraterizada pela utilização das tecnologias de informação em todas as áreas de atividade do homem. Diariamente utilizamo-las cientes das suas vantagens pela mobilização de uma grande quantidade de informação, por nos cederem informação tão rapidamente e por termos liberdade de expressão e de interatuar com quem queremos.Porém a sociedade de informação requer uma formação constante e a operacionalização da formação "ao longo da vida", já que só assim se podem adquirir as competências e saberes para integrar a sociedade de informação. O objeto da educação tem sido o conhecimento do mundo que nos rodeia e de repente a escola foi invadida pelo excesso de informação e de tecnologias. O vídeo Pay Attention alerta para que a mudança e a inovação terão mesmo de ser integradas nas práticas pedagógicas do quotidiano escolar.

PORTUGAL, UM EXEMPLO A SEGUIR !

Don Tapscott é autor de treze livros sobre as tecnologias nas empresas e sociedade atuais. Escreveu recentemente o livro Grown Up Digital. Visitou Portugal e esteve numa escola pública de Lisboa onde assistiu a aulas onde crianças de sete anos usavam o Magalhães como ferramenta pedagógica. 
Aqui estão excertos do seu artigo:
" Os sistemas educativos estão em decadência em todo o mundo. Nos Estados Unidos, por exemplo, um terço dos alunos desiste da escola antes de terminar o ensino secundário.(...) O problema é complicado, mas um dos motivos que faz com que os jovens americanos, e jovens adultos de muitos países desenvolvidos se sintam desmotivados e não aprendam bem é o facto de se sentirem aborrecidos na escola. Eles estão a crescer num mundo digital desafiante e acelerado, com Internet, dispositivos móveis, jogos de computador e outros acessórios.(...) Pertencem a uma geração que gosta de interagir, realizar multitarefas e colaborar. No entanto quando entram na sala de aula, deparam-se com livros em papel e palestras de professores que ainda utilizam inovações , aplicações e quadros do século XIX.
As salas de aula atuais precisam entrar no século XXI. (...)
Em primeiro lugar, o professor tem de abandonar o palco e começar a ouvir e a conversar em vez de proferir palestras. 
Em segundo lugar, o professor pode encorajar os alunos a descobrirem por si próprios e a aprenderem um processo de descoberta e de pensamento crítico, em vez de apenas memorizarem a informação proferida pelo professor.
Em terceiro lugar, o professor pode encorajar os alunos a colaborarem entre eles e com outros alunos fora da escola. Em última análise,o professor pode adequar o estilo de ensino aos estilos de aprendizagem individual dos seus alunos.
Não é fácil alterar o modelo de ensino. Na verdade, esta é a parte mais difícil.(...)
Um problema essencial é que o simples facto de dotar as escolas de computadores não é suficiente.
Os professores que enfrentam uma sala de aula cheia de crianças com portáteis necessitam de aprender que o especialista na área já não são eles, é a Internet.
(...)Eu acredito que tal poderia ajudar a redireccionar o interesse dos alunos pela escola. (...)
Esta é a minha primeira experiência de realização de um filme para contar uma história de Natal !  Gostei muito e  vou tentar aperfeiçoar alguns pormenores!

Uma história de Natal

As Minhas Asas

AS MINHAS ASAS

Eu tinha umas asas brancas,
Asas que um anjo me deu,
Que, em me eu cansando da terra,
Batia-as, voava ao céu.
– Eram brancas, brancas, brancas,
Como as do anjo que mas deu:
Eu inocente como elas,
Por isso voava ao céu.

Veio a cobiça da terra.
Vinha para me tentar;
Por seus montes de tesouros
Minhas asas não quis dar.
– Veio a ambição, co'as grandezas,
Vinham para mas cortar
Davam-me poder e glória
Por nenhum preço as quis dar.

Porque as minhas asas brancas,
Asas que um anjo me deu,
Em me eu cansando da terra
Batia-as, voava ao céu.(...) Almeida Garrett